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Vendas do Mercado Livre sobem 111% na Semana do Consumidor
Por Karin Salomão, de EXAME.com | 18/03/2016 - 08:55

São Paulo – Em apenas três dias da Semana do Consumidor, o MercadoLivre registrou um crescimento de 111% em quantidade de produtos vendidos quando comparado a todos os sete dias da campanha de 2015.

As vendas durante o evento são cinco vezes maiores do que em dias normais para os vendedores participantes da campanha, diz a empresa.

As categorias com mais itens comercializados até o momento são: casa e decoração, moda, acessórios para veículos, eletrônicos, informática e smartphones e celulares.

“Além dos produtos que tradicionalmente já têm um alto número de vendas, como notebooks e smartphones, esse ano destacamos a compra de pneus, enxoval, utensílios de cozinha, cosméticos e televisores”, afirmou Leandro Soares, diretor de marketplace do Mercado Livre, em nota.

A promoção, que começou na segunda-feira, dia 14, continua até às 23h59 do dia 20 de março, com mais de 8 mil produtos disponíveis na página especial da Semana do Consumidor com até 70% de desconto.
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Vendas no varejo recuam 1,5% em janeiro, diz IBGE
Por REUTERS - EXAME ONLINE | 10/03/2016 - 10:02

São Paulo - As vendas no varejo brasileiro recuaram 1,5% em janeiro na comparação com o mês anterior e caíram 10,3% sobre um ano antes, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.

A expectativa em pesquisa da Reuters era de queda de 0,60% na comparação mensal e de queda de 8,35% sobre um ano antes.
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Startup brasileira lança pagamento em transportes
Por REDAÇÃO PAGAMENTO.ME | 07/03/2016 - 15:25

A startup gaúcha Recarga Agora do grupo ITS, lançou nessa semana uma solução que resolve muito problema. A solução da empresa vai permitir pagamento de transporte público com cartões de débito e crédito.

A cidade de Jundiaí, será a primeira a rodar a solução. O anúncio havia sido feito no 63º Fórum Paulista de Secretários e Dirigentes Públicos de Mobilidade Urbana, que ocorreu no Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).
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Com clientes como Bradesco e Totvs, Datablink quer crescer
Por Karin Salomão - REVISTA EXAME ONLINE | 04/03/2016 - 09:41

São Paulo - Cada vez mais, pessoas guardam dados sigilosos na nuvem, transferem dinheiro e pagam contas pela internet. Fazer com que essas transações sejam mais seguras e que esses dados estejam à prova de roubo é um dos trabalhos da Datablink.

O mercado é imenso. Em 2015, foram feitas 38,5 bilhões de transações em comércio eletrônico e 19 bilhões em internet banking no Brasil.

Este ano, a empresa prepara sua internacionalização para levar seus produtos e soluções para a Ásia e América do Sul, além de expandir sua atuação por aqui, conquistando clientes além do setor bancário.

A empresa, que nasceu no Brasil, fabrica dispositivos de segurança e soluções de autenticação para clientes como Bradesco, Santander, Telefônica, Cielo, Vivo, Totvs, Azul, FGV, Porto Seguro, Usiminas, entre outros.

Inicialmente criada como BRToken, ela fundiu-se à Datablink, companhia norte-americana, em 2014. Dessa forma, a companhia brasileira transferiu suas ações para os Estados Unidos, ganhou um sócio estrangeiro e gás para crescer.

Conquistar novos setores e vender para a Ásia são alguns dos planos da empresa, que cresceu 30% em faturamento e 10% em número de clientes em 2015 e irá investir 2,5 milhões de dólares em 2016.

César Lovisaro, vice-presidente da empresa, é otimista com o avanço da companhia em 2016, mesmo em um momento de crise econômica. Para ele, as empresas continuarão a investir em tecnologia da informação, uma vez que tornar dados e transações seguros é cada vez mais importante.

Quem usa o serviço

Há, hoje, mais de 5 milhões de tokens físicos da Datablink no Brasil. Os maiores clientes são os bancos, como Santander e Bradesco.

Primeiro, os dispositivos foram oferecidos a empresas, que fazem transações e pagamentos de grandes somas. Depois, os correntistas mais premium ganharam o aparelho.

Agora, a Datablink quer ampliar ainda mais sua atuação no setor bancário. “Queremos que todos usem o dispositivo, tanto pessoas jurídicas quanto físicas”, diz Lovisaro.

No entanto, há um número limitado de bancos no Brasil que podem se tornar clientes da companhia. Por isso, ela busca atrair outras empresas interessadas em proteger seus dados, não apenas transações financeiras.

O dispositivo pode ser usado para permitir que apenas alguns funcionários acessem certos documentos. A Totvs é uma das empresas que usa o dispositivo, para evitar fraudes, assim como Porto Seguro, Azul, Boticário, entre outros clientes.

Ampliar horizontes

Quando a BrToken se fundiu à Datablink, a companha ganhou um novo sócio. Shlomi Yanai, entrou para profissionalizar a empresa e, ainda que os dois sócios enfrentem choques de cultura, a união fez com que Lovisaro olhasse mais para fora.

Em 2016, a Datablink irá explorar uma nova fronteira: levar seus dispositivos para o exterior, como América do Sul e Ásia. Filipinas, Taiwan, Cingapura e Tailândia já estão no radar, diz o vice-presidente. Para ele, é mais fácil expandir para esses países uma vez que “os problemas de segurança bancária e de dados são parecidos”.

A empresa está firmando parcerias com distribuidores asiáticos, que irão revender os dispositivos por lá. A primeira aposta é conquistar bancos, assim como aconteceu no Brasil. “O setor financeiro é o que mais precisa de segurança e é o mais carente nesse aspecto”, diz ele.

Porém, apesar do sócio norte-americano, a empresa não pensa em entrar nos Estados Unidos por enquanto. “Eles não estão preparados para nós”, diz ele, criticando a segurança bancária do país.
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Empreender é não desistir dos seus sonhos diz Lucy Onodera
Por Priscila Zuin - REVISTA PEGN ON LINE | 01/03/2016 - 11:32

Quando Edna Onodera resolveu se arriscar com um negócio próprio, a pequena Lucy Onodera tinha apenas dois anos. O ano era 1981 e Edna ficou inspirada com o negócio do marido, uma escola de judô, e começou a pensar em como incrementar a renda. Em pouco tempo, a escola tinha aulas de jazz, massagens e procedimentos estéticos.
Em 1995, Lucy passou a acompanhar os negócios da família. Cinco anos depois, a rede Onodera se consolidava no mercado de beleza e começava suas primeiras franquias. Hoje, é Lucy quem comanda as 57 unidades e os mais de 1200 colaboradores da marca.

Formada em Administração de Empresas pela FEA-USP, ela cursou empreendedorismo pela Babson College, em Massachusetts, nos Estados Unidos, e participou do Winning Women Brasil, programa de mentoria executiva realizado pela Ernst & Young (EY). Apesar de não ter fundado um negócio do zero, Lucy carrega, com orgulho, o nome de empreendedora. “Ser empreendedor é correr riscos e perseverar”, diz.

Confira as respostas de Lucy Onodera para a série Pitch, do site de Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

Nome: Lucy Onodera
Idade: 36 anos
Onde nasceu: São Paulo
Onde mora: São Paulo
Que empresa fundou: Estou à frente da Onodera Estética. Não fui eu que fundei, foi a minha mãe.
O que faz: Sou sócia-diretora da Onodera.
Quem o inspira no empreendedorismo: Minha mãe, Edna Onodera. Ela é guerreira trabalhadora, sonhadora, dedicada, otimista e inovadora.
Qual negócio queria ter criado: As empresas que tive vontade de montar eu montei.
Ser empreendedor é: É correr riscos. É perseverar. Empreender é ser correto com todas as partes envolvidas no processo de trabalho. É priorizar a qualidade dos serviços oferecidos aos clientes. É não desistir dos sonhos.
Como ser um bom chefe: Ser um bom chefe é saber extrair o melhor de cada funcionário.
Um sucesso: A Onodera.
Um fracasso: Não me recordo. Os erros se tornaram aprendizado.
O que não pode faltar num negócio: Propósito.
Já faliu: Não, nunca fali.
Em qual negócio jamais apostaria: Em qualquer um que faça mal à saúde ou ao planeta.
Sua principal inovação: Pioneirismo no serviço estético.
Um desafio: Atingir novos canais.
Um medo: Não estar sempre na liderança do mercado.
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